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Cádiz - Ronda - Sevilha

Olá,

Não tínhamos a mínima das ideias em vaguear para estas bandas pois havíamos planeado visitar Ávila e Segóvia mas depois do relato de uma pessoa amiga que fez o passeio, acabámos por nos decidir em avançar para terras do Sul.


Esta a meu ver é a mais valia dos relatos que se vão colocando: vão adoçando a boca e dando ideias. Já havia ouvido por diversas vezes o Armando falar de Ronda mas….ouvir apenas não é o suficiente. Assim, agradeço ao pessoal da Mototerapia e em especial à Laura, pelo trabalho do relato, ao Armando pelas dicas e ao Manuel Ponte (que não conheço pessoalmente) pelo percurso.

As datas para o passeio, como é costume, foram à volta do 25 de Abril. Depois de tudo planeado (acho que tratamos de tudo no dia 23), a volta seria a seguinte:

Dia 25 – Lisboa – Castro Marim

Dia 26 – Castro Marim – Cádiz

Dia 27 – Cádiz – Ronda

Dia 28 – Ronda – Castro Marim com visita a Sevilha pelo caminho

Para quem não goste de ler, fica o filme:

 

Conforme planeado, arrancámos no dia 25 até Castro Marim, onde iriamos pernoitar para dar início ao passeio no dia seguinte. Já o próprio de 25 era para se fazer a N2 até lá abaixo mas o vento forte não ajudou retirando a vontade de motovadiar. Plano furado, toca a andar pelo caminho mais directo pois mais chato que chuva, só mesmo o vento. A N2 também não sai do sítio. Haverá outra oportunidade.


Dia 26 - Castro Marim - Cádiz

Chuva. Chuva e mais chuva. Assim foi o início. Mas só até deixar terras lusas. Parou alguns quilómetros após entrar em Espanha e nesse dia, não a vimos mais. O Plano para este dia era simples: Direitos ao Hotel em Chiclana de la frontera para descarregar a mota, depois…toca a arrancar para Cadiz. 

Não gostei de Cadiz e não voltarei lá. Não é que seja uma cidade feia mas….francamente…já vi melhores e mais bonitas. Um conselho que nos deram, e também lemos em diversos locais na Net, foi o de não deixar a mota em parqueamentos sem supervisão. Parece que o sul espanhol é conhecido pelos muitos amigos do alheio. Assim fizemos. Curiosamente, assim que descemos ao parque subterrâneo, fomos logo chamados pelo vigilante para estacionar a mota mesmo junto ao gabinete deste. Achamos atencioso da parte deste.

À entrada de Cadiz

 

Depois da mota arrumada, início de incursão.






 

 

Um paquete de razoável dimensão…


 

E continuando






 

 

Um dos muitos terraços interiores….lindíssimos


 

E uma loja com um “look” bastante original com uma personagem bastante conhecida.

 









 

Já a acabar Cádiz, vimos uma árvore como até hoje não havia visto. Uma coisa colossal…


 

Dá para ter uma ideia?


 

Visita feita e siga. Adeus Cádiz



 

Dia 27 - Cádiz - Ronda


Chuva. Outra vez chuva. Que mal fiz eu a Deus? Mas mais uma vez só por algum tempo. O Ceu limpou pouco depois e não mais se veria a chuva.


Este dia seria aquele que tinha desejado ser um dia seco pois foi por causa do trajecto do dia de hoje que virámos a agulha para Sul. Tivemos sorte pois foi um dia seco.




 

À passagem por Arcos de la Frontera, acho que disse para aí uma dúzia de vezes…”Estes Hermanos são loucos”…Olhem onde estes tipos forma construir as casas…


 

Enfim…continuando passeio






 

Umas cores fora do normal




 

E uma paisagem fora do normal






 

Uma paragem para as fotos




 

Oh “ela”


 

Oh “elas"


 

Oh “nois”


 

Muito frio….


 

E depois….calor


 

Valeu de facto a pena passar por Zahara….uma paisagem de cortar a respiração


 

Com estradas a condizer












 

Simplesmente fantástico. E eis que chegámos a Ronda. Direitos ao Hotel, arrumara mota e….ataque a Ronda.

Ronda, um dos últimos locais a ser abandonado pelos Arabes. Ainda se vê por todo o lado a influência destes. Adorei Ronda e agora entendo porque o Armando tantas vezes fala dela. Para mim Ronda será a cidade dos Penhascos. Tudo feito nas alturas e até à beirinha com uma ponte lindíssima. De facto,  Ronda está dividida em duas partes por um precipício conhecido como "el Tajo de Ronda" (penhasco de Ronda). É mesmo qualquer coisa de diferente.


 

Como está nas alturas…a vista é fantástica para onde que nos viremos. 




 

Os penhascos








 

Eu não sei porquê mas não dormia descansado nestas casas…




 

Nas alturas ganha-se apetite e nada melhor que uma Tapas numa taberna local

(É pouco bom, é)


 

Penhascos vistos e barriguinha tratada, prosseguimos a visita. Avistavam-se muitas flores. Eram flores por todo o lado. O seu significado, não sabemos.




 

Já repararam que as paredes estão limpas? Nem um grafiti. Muita alusão à tauromaquia. Mesmo em estátua mete respeito


 

Os toureiros não foram esquecidos




 

Olé


 

E uma dama a agraciar o toureiro…


 

Um Trajo tradicional…


 

Rica em monumentos também










 

Mais flores…




 

Uma nesga de Sol


 

E os famosos Banhos Arabes. Muito bem conservados.






 

Chegara-mos ao “fundo” de Ronda, estava na altura de voltar a subir.






 

Uma ultima incursão à praça central


 

E despedida de Ronda com uma bela foto de nós os três (nós e a Ponte)


 

O Hotel em que ficámos, embora de apenas 1 estrela, foi muito bom. Asseadíssimo, sossegado.

 

Dia 28 - Ronda - Castro Marim


Céu encoberto a toda a volta de Ronda. A esperança é a ultima a morrer e estávamos à espera de um dia encoberto mas seco. Como nos enganámos.

Pouco de pois de arrancarmos, começou a chover. Tinha-mos planeado visitar Setenil de las Bodegas mas estava com receio do chão extremamente escorregadio. Como já me estava a “Stressar” decidi não entrar na Vila. Fica apenas a foto vista de cima. O meu lema é “Em caso de dúvida, não há dúvida”.


 

Tempo apenas para mais uma foto…


 

e a partir daqui….foi o diluvio. 

Já apanhei muita chuvinha neste capacete e apenas posso comparar o que apanhámos com a ida e volta aos Pinguins em 2008 (quem fez a viagem comigo sabe do que falo) ou quando na Escócia nos deslocávamos de Londres para Inverness (igualmente sabe do que falo quem nos acompanhou). Doeu. Neste fim de semana havia o MOTO GP em Jerez e o que vimos foram estações de serviço cheias de motociclistas parados à espera de uma brecha. Devem ter esperado muito pois durante cerca de 2 a 3 horas não abrandou. Apenas se viam Turisticas e Scooter’s tipo Burghman’s a circular. Tudo o que era deitadinhos em cima do depósito ou sem crenagens, esqueçam…tudo paradinho. Já estávamos decididos a rumar direitos a Castro Marim e esquecer Sevilha. 

Mas como se costuma dizer “Não há bem que sempre dure ou mal que nunca acabe”.

Parou de chover perto de


 

E não mais choveu. Decidimos assim seguir o plano. Sevilha, “here we go”






 

E depois vimos, talvez a Praça das Praças…A Praça de Espanha. Dizer que é grande, é pouco. É enorme. Enorme e bonite e bem conservada e….








 

Simplesmente diferente do que havia visto. A seguir rumo ao centro
A Torre do Ouro


 

Aos Poetas


 

A Catedral




 

A Giralda




 

E o Alcazar. Que monumento. E mais uma vez bem conservado. Valeu cada tostão pago para entrar. A partir daqui, que falem as imagens.


























 

Fantástico. Após a visita ao Alcazar, mais uma ou duas fotos




E chegara a hora de regressar a Castro Marim. Cerca de 140 Km’s e….à chegada…toma lá mais uma carga de água. Foi só mesmo para a despedida.

Acabava aqui para nós mais um Passeio…umas mini férias…um descanso necessário para recarregar baterias. Soube bem.

Para terminar, tipo “a cereja em cima do bolo”, almoçámos no Domingo com o pessoal em Cachopo, aproveitado para ver e rever alguns amigos.

E foi assim. Até à próxima.

Patrícia e João


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