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Espanha Antiga

Olá,

Desde Março que andávamos a pensar para que lados iriamos fazer as nossas férias de moto. 

A data estava definida para o dia 24 de agosto como data de partida e 01 de setembro de chegada a casa. 
Seriam assim 9 dias de motovadiagem.

Decidimos então iniciar as nossas férias pela Espanha antiga, em redor de Madrid, depois rumo a Salamanca e para terminar, no Fundão num resort à maneira.

O Plano por etapas:
24 de agosto   Lisboa – Madrid

25 de agosto   Visita a Toledo

26 de agosto   Visita a Segóvia, El Escorial e Vale dos Caídos

27 de agosto   Descanso em Madrid para recuperar energias

28 de agosto   Partida em direção a Salamanca com visita pelo caminho a Ávila

29 de agosto   Visita a Salamanca

30 de agosto   Partida em direção ao Fundão com Visita ao Mosteiro da Serra Peña de Francia

31 de agosto   Descanso no Fundão

01 de setembro   Regresso a Lisboa

Até ao dia 28 de agosto decidimos ficar sempre no mesmo hotel pois permitia-nos andar com a mota descarregada e quando chegássemos a qualquer local, ter espaço para os casacos e trocar de calçado pois nos sites na NET das cidades a visitar recomendava-se calçado confortável pois era muito sobe e desce em empedrado. Foi de facto uma excelente dica que fica para os que num futuro pretendam visitar os mesmos locais.

O hotel como tinha piscina, era a cereja no topo do bolo para terminar o dia de forma fresquinha.
Tivemos sorte com o tempo pois não estava demasiado calor. De manhã estava bom para as deslocações, à tarde excelente para a piscina. Tudo correu bem e faço a seguir um pequeno resumo do que experienciámos.

Se valeu a pena? Valeu. Ó se valeu.

Como de costume, para quem não gosta de ler, fica o vídeo com o resumo.


 

24 de agosto


09h30, chegou a hora de partir. Curioso que antes de partir para qualquer viagem fica aquela sensação de “Será que tudo irá correr bem?”. Fica sempre um friozinho no estomago mas por outro lado, sabe bem. É aquela sensação de partir para o desconhecido.

Como dizia, chegou a hora de partir. Não há muito a contar pois a ideia era de seguir a N4 até Elvas e depois AE em Espanha até Madrid. Bom, nada para contar não é bem assim. 

Houve um pequeno episódio que se torna cada vez mais comum nas nossas estradas: de repente filinha indiana atrás de uma caravana de ciclistas, ou seja, uma coletividade/associação lembra-se de organizar um passeio de bicicletas, leva uma comitiva descomunal de carros de apoio/simpatizantes atrás e depois quem quer andar….aguenta.
Batedores da BT só mesmo na frente do “pelotão” e cá atrás tudo em paço de caracol e de alguns séniores (nada contra) de bicicleta que iam na paródia. 

Enfim…Alguns quilómetros a “aturar” o baile, recalcular rota alternativa e toca a andar.

Chegámos ao Hotel Osuna em Madrid pelas 16h00.

Como havia dito, optámos por um hotel com piscina e que também tivesse um preço de estacionamento para a mota "simpático” pois “de borla”, não existe (ou pelo menos não encontrámos). Um dos grandes problemas com os hotéis em Espanha é que alguns pedem exorbitâncias pelo estacionamento e muitos nem querem saber se é mota ou carro, é tudo “chapa 5”, por outras palavras, caro até dizer chega (chegaram-nos a pedir 16€ por dia para estacionar a mota).

Assim, depois de pesquisar a NET e negociar previamente o que havia a negociar (inclusivé o estacionamento), decidimo-nos por este Hotel e só podemos recomendar.

Ficámos nume espécie de Bungalows virados para o relvado com ligação à Piscina. O local era sossegado e muito perto de uma estação do metro.

A entrada do Hotel

 

Do lado esquerdo os tais Bungalows e a relvinha para esticar as toalhas e a piscina




 

Fica o link para o site para quem tiver interesse.
http://www.hotelosuna.es/

À noite uma pequena incursão a Madrid para jantar e matar saudades da cidade. Não regressámos tarde pois a ideia era levantar cedo no dia seguinte para aproveitar as manhãs frescas para nos deslocarmos e visitarmos a cidade.

XauXau

25 de agosto

Arrancámos cedo. Sensivelmente às 09h00 da manhã (08h00 portuguesas), já estava-mos em cima da mota. Foram cerca de 80 Km para chegar a Toledo o que aconteceu relativamente rápido.
Ainda bem que nos decidimos por ver Toledo em primeiro lugar pois gostamos por ser a primeira. Se fosse das seguintes, teríamos ficado dececionados. Mesmo assim não planeamos voltar a Toledo. Está visto.

As portas de Toledo


 

O Alcazar (que em simultâneo é o Museu Militar)…

 

…e que tivemos a infeliz ideia de visitar. Fomos a pensar que iriamos ver algo de construção antiga mas acabámos só por ver o Museu pois de parte antiga…só as fundações. Não recomendo a sua visita. Ficámos dececionados. Mesmo assim algumas fotos.

Em tamanho real


 

A moda da época….(Esquece, não compro)


 

E para a História

 

Porta fora que já estávamos fartos de armamento e fardas e toca a ver as redondezas.

As cidades mais antigas têm uma vantagem que ao mesmo tempo é uma desvantagem: são pequenas, logo tudo é muito próximo, no entanto, como tudo é muito próximo e ainda por cima as ruas são estreitas, dificilmente vemos alguns monumentos mesmo ao nosso lado.

Poucos mas bons, eis…








 

Dentro da Mesquita no Bairro da Judiaria



 

Continuando pela cidade


















 

E hora de partir que Toledo….já era


 

Chegamos cedo ao Hotel e resto da tarde foi lazeirar. Amanhã é outro dia.

26 de agosto

Este dia seria um dia em cheio pois o plano era o de aproveitar ao máximo a deslocação a Segóvia e no regresso ver o “El Escorial” e o Vale dos Caídos. Mesmo estando Segóvia a cerca de 120 Km de Madrid e mesmo por estrada nacional, é um instante. O dia solarengo e fresco fez-nos companhia e a paisagem….também


 

Chegada a Segóvia com o fantástico Aqueduto a dar-nos as boas vindas

 

Procura de local para arrumar a mota e que comece a descoberta.


 

Lembrei-me que estava em Espanha e era melhor acertar o relógio. 
Nada melhor que usar a tecnologia de ponta do antigamente (difícil mesmo era encontrar os ponteiros)


 

Gostámos de Segóvia e desta vez também do Alcazar.




 

No seu interior mais uma vez achamos alguns artigos bélicos mas não foram tantos como em Toledo e até achámos alguns bastantes curiosos. 
Havia “fardas” para eles (os soldados) e respetivas montadas


 

E em versão “para elas” também


 

O interior muito bem mantido e bonito. Um vitral cheio de cor


 

A vista de uma das janelas


 

Segurança apertada a tratar dos “meninos” mal comportados


 

Um ex “manda chuva” em Portugal


 

E as vistas








 

Alcazar visto. Recomenda-se. Vamos ao resto. Olá




 

Imponente





 

Uma maquete da cidade


 

E partida. Aqui uma foto da troca de calçado que, conforme havia dito antes, foi uma excelente dica.


 

Ultimas fotos das redondezas de Segóvia antes de dizer adeus




 

E rumo ao El Escorial. 
Palácio, Mosteiro, Museu, Biblioteca….eu sei lá. Em vez de se chamar El Escorial se se chamasse El Descomunal também estava certo pois aquilo é de facto enorme. Valeu a pena. Fotos do interior não há pois não são permitidas.








 

Adeus El Descomunal…ups El Escorial e olá Vale dos Caídos

Aqui pediram-nos 9€ por pessoa para visitar o monumento. Embora seja interessante, achamos o valor exagerado. Enfim. Fotos, também só do exterior.








 

Adeus


 

Regresso ao Hotel, mergulho, jantar e…até amanhã.

 

27 de agosto

Dia de descanso. Neste dia apenas pretendíamos descansar de mota e aproveitar o Hotel. Como de manhã estava frio para piscina, fizemos a nossa caminhada matinal de 10 Km até às portas de Alcalá e uma pequena volta ao jardim.





O resto do dia então foi só preguiçar e acumular energias para o dia seguinte.

28 de agosto

Partimos novamente cedo rumo a Ávila. Gostámos mas tal como com Toledo, está visto. Vale pelas suas muralhas.


 

O que claramente tem como vantagem visitar Espanha de mota é o estacionamento.
Perguntámos às autoridades locais onde podíamos estacionar e a resposta foi simples (leiam com pronuncia espanhola que eu não sei):

“Desde que não estorve o transito pedonal, onde quiserem”. EMEL – APRENDAM

Toca a estacionar frente à Catedral.




 

Plaza Mayor


 

Foto bem apanhada


 

Tenho jeito não tenho


 

O motão


 

E as muralhas










 

Já chega de muralhas? Claro que não.






 

Agora sim, já chega pois dei cabo das botas e também estava na hora do tacho….ou destes ovos com morcela e maçã que tem um nome (que não me recordo) mas que apesar do aspeto, recomendo.


 

Hora de partir com as minhas belezas


 

E ultimas fotos de despedida dos “Quatro postes” que nos dão uma vista fantástica sobre a cidade
(os dois “trols” que lá estavam sentados não tinham sitio melhor, sorry)





 

Linda


E chegada a…….Salamanca



 

Aqui ficamos alojados no Gran Hotel Corona Sol. Um Hotel sem piscina mas excelente relação preço qualidade além de muito central. Também aqui conseguimos negociar um preço “simpático” de 6€ para estacionar a mota.

 

Fica o link para o site do Hotel: http://www.granhotelcoronasol.com/

Visita de Salamanca seria feita no dia seguinte.

29 de agosto

Mais uma vez o lema foi acordar cedo para visitar pela fresca e escapar ao calor. Apesar da parte antiga não ser muito grande, é muito bonita.

A Catedral imponente







 

Olá outra vez





 

Salamanca também é conhecida por ser uma cidade universitária e a Universidade de Salamanca alberga um segredo (deve haver vários mas vou só falar de um).

Na fachada da Universidade, o escultor esculpiu uma Rã na cabeça de uma caveira (conhecida como a “Ranita de Salamanca”).
Diz-se que os estudantes antes de iniciar o ano letivo, se colocam em frente à fachada da universidade e o primeiro a achar a “Ranita” terá um ano de boas notas.

Para os restantes (os não estudantes), diz-se que o primeiro de um grupo de pessoas a achar a Rã, terá muita sorte. 
Eu achei a “Ranita de Salamanca” e sei que sou um homem de sorte (a foto abaixo nada tem a ver com esta viagem mas são a minha sorte).

 

Bom, de regresso ao resumo.
A fachada. Conseguem achar a “Ranita”?

 

Não? Ok, eis a pequena.

 

Visita feita e calor a apertar. 

O ponto alto de Salamanca (tal como em todas as restantes cidades visitadas) é a Catedral e nesta existe a possibilidade de a visitar com um guia à noite pelas galerias superiores. Não quisemos deixar de passar esta oportunidade e compramos bilhetes para o anoitecer. Que espetáculo. Recomenda-se vivamente. O guia também foi muito bom pois alem de se perceber bastante bem, era muito animado.













 

A Catedral de Salamanca tinha alguns danos na sua estrutura que segundo o guia foram provocados pelo terramoto de 1755 que destruiu Lisboa. Impressionante.
Visita feita e rumo ao Hotel com passagem pela Plaza Mayor apinhada de gente.

 

Cansados mas satisfeitos retiramo-nos para descanso. O dia seguinte era rumo a terras lusas.

30 de Agosto

Pela Serra até ao Fundão. Plano simples. Estrada livre. Aí vamos nós.


 

Serra à vista



 

Mosteiro da Serra da Peña de Francia à vista.

 

Chegados ao Mosteiro, tempo para trincar qualquer coisa e depois ver as vistas.







 

Cada acesso a uma vista fantástica. Uma…

 

E outra….

 

Continuando





 

Recomenda-se. Descida rumo à estrada principal, todo o cuidado era pouco pois estas “amigas” andavam por todo o lado

 

Daqui até ao Fundão foi serpentear pela serra com consumos excelentes para uma 1000cc

 

Pelas 15h00 chegámos ao Fundão. Aqui optámos por um resort já conhecido de paragens diversas anteriores que recomendo igualmente.

Para quem não conhece o Alambique de Ouro…não sabem o que perdem.



 

À nossa e boa noite.

 

O link para o site do resort: http://www.hotelalambique.com/

31 de agosto

Dia de descanso e aproveitar o que o resort nos oferecia. Mas de manhã pela fresca com a Serra da Estrela mesmo ali ao lado….tivemos de ir.
Alguns vão a Fátima benzer as motas, nós vamos à Torre. Passeio curto de cerca de 2,5 horas até à Hora de Almoço.







 

Sempre fantástica





 

Regressamos ao resort no Fundão por Manteigas onde o resto da tarde foi passado mais uma vez a lazeirar.

01 de setembro

Pouco há a contar deste dia. Regressamos por nacionais até Torres Novas e depois A1 até casa.

Chegámos pelas 17h00 a casa. Cansados mas satisfeitos. A viagem correu bem.

Sempre que chegamos a casa dizemos: “Chegámos bem.” 

Esperamos poder dizer o mesmo muitas vezes no futuro.

Até à próxima,

Patrícia e João


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