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Escócia

Após meses de espera, finalmente chega Agosto. Todos os cuidados são poucos. Tomar cuidado para não haver nenhum azar com as motas, revisão feita, afinações finais, verificação de boletins meteorológicos com as previsões do tempo. Lista de tudo para levar feita. Tudo sobre rodas.


Dia 7 de Agosto, acordo “azambuado” para ir para o trabalho. Faço o trajecto do quarto para a casa de banho diariamente. Mesmo com a luz apagada, a azimute bateu sempre certo. E hoje aconteceu, desequilíbrio (devido ao sono) e pimba, pontapé com o pé esquerdo contra a parede. Que dor, pensei logo “Incha, desincha e passa”. Mas não passou. Com o passar do dia, começa-me a doer mais e o dedo do pé começa a ficar negro. 


BOLAS. NÃO AGORA. NEM QUE ATE COM FITA-COLA UM DEDO AO OUTRO MAS VOU.
Com o passar do dia, o inchaço aumentou. Toca a ir ao Hospital, radiografia…falso alarme.
“Muito gelo e repouso e daqui a dois dias está fino” diz o médico.
Ufa. Afinal vamos...…


Dia 10 de Agosto, recebo um telefonema do Luís: “João, não vais acreditar no que me aconteceu.”

“Mau, mau... Conta” digo eu.

“Fui hoje de manhã comprar cuecas para levar para a viagem e ir atirando fora ao longo dos dias. Estava perto de uma obra que estou a efectuar e resolvi dar uma espreitadela. Abaixei-me e quando me levantei, distraí-me e bati com a cabeça num barrote. Sangue por todo o lado. Não tinha mais nada à mão, coloquei uma das cuecas que comprei na cabeça e estou neste momento a conduzir a caminho do hospital”.
BOLAS. NÃO AGORA. NEM QUE PONHAS FITA-COLA NA CABEÇA MAS VAIS.
Ligou-me depois do hospital e…
Ufa. Afinal vamos…

FINALMENTE O DIA 14 DE AGOSTO DE 2008 CHEGOU. 

Esta foi a data marcada para dar inicio a uma viagem que iria levar 4 pessoas a uma viagem em que ninguém estava bem certo, se iria decorrer conforme planeado. Felizmente, tudo correu bem e foi assim:

 

14 de Agosto de 2008 (Lisboa - Covilhã)

Combinámos arrancar de Lisboa junto à Torre de Belém no dia 14 após o trabalho. A hora marcada, por volta das 19h00. A viagem começou logo por um pequeno atraso pois a mota do Luís, ao arrancar de casa, soltou o cabo de embraiagem. Nada demais, no entanto deu para ficarmos na dúvida se se conseguiria ou não arrancar na data marcada. 
Felizmente resolveu-se e prontos para arrancar por volta das 20h00.

 


Curioso foi que só nos apercebemos realmente no que nos estávamos a meter efectivamente ao partirmos. Foi um sentimento óptimo. Aventura.
Chegámos por volta das 24h00 à Covilhã e foi só tempo de “atar” as motas para o descanso necessário para a etapa do dia seguinte.

 

15 de Agosto de 2008 (Covilhã - Bilbao)

Manhã linda ao acordar a prometer um excelente dia de viagem. E de facto assim foi. 
Entrada em Espanha

 

A caminho de Bilbao

 

Os nossos fiéis companheiros

 

 

E chegada a Bilbao. Ficámos perto de uma zona comercial. Nada de interessante mas também o nosso objectivo não era este. A partir daqui, começou a nossa luta diária de marcação de hotel para a noite seguinte. Resolvemos apenas marcar as estadias até Bilbao pois não sabíamos se a nossa resistência nos permitiria efectuar o objectivo inicial. Assim, conseguimos marcar hotel nas imediações de Orleans para o dia seguinte numa localidade chamada Saran Nord. Jantarzinho simples e descanso para o dia seguinte pois este sim, poderia ser dos mais desgastantes. Eram cerca de 800Km de percurso para o dia seguinte.

 

16 de Agosto de 2008 (Bilbao - Orleans (Saran Nord))


Um dia que se iniciou com ameaços de chuva que acabou por acontecer, nada demais mas o suficiente para levar a pensar que Sol, já só mesmo no regresso. Iniciou-se aqui um verdadeiro dia a “papar quilómetros” pois era AE atrás de AE. Neste dia, o cartão de crédito (para pagar as portagens) até fervia. Desde a saída de Bilbao até à N10 em França foi sempre a aviar cartão. Não perguntem quanto se gastou, perdemos a conta.
Áreas de serviço tornaram-se as nossas companheiras de viagem. Não sei em quantas parámos mas foram muitas.
Decidimos efectuar paragens de 180 em 180 Km, para descansar o necessário e atestar as motas.


As motas a sofrer constantemente a vistoria para ver se tudo estava em condições


Depois, AE, Área de Serviço, AE, Área de Descanso….




A seguir a umas das muitas portagens, decidimos descansar um pouco pois os Km já começavam a pesar e decidimos deixar-nos fotografar junto com um velho conhecido.



Chegada a Saran Nord à tardinha e com o corpo a pedir descanso. Mais uma etapa concluída mas todos motivadissimos.
 

17 de Agosto de 2008 (Saran Nord - Londres)

Este dia era suposto ser um dos dias mais calmos pois com a travessia do Eurotunnel, teríamos cerca de 1 hora de descanso. O destino deste dia seria um hotel em Londres.
Arrancámos de manhã (não perguntem as horas pois nunca saíamos à hora combinada) e a periférica de Paris não se mostrou nada complicada pois o trajecto tinha sido bem definido. Um Área de descanso mais e fotos de grupo com estilo.




E eis as “Bilheteiras” para o Eurotunnel:


Aqui, toca a mostrar identificação e ver se não somos procurados pela Interpol.


Depois foi aguardar serenamente a entrada para o “Comboio”.
A passagem no Eurotunnel, assemelha-se em tudo ao andar de Metro. Tudo escuro no exterior com uma luzinha ocasional a passar na janela.
O Interior do “Comboio”, esse é um espaço amplo em que a comodidade é de acordo com a montada. Os “Comboios” são carregados pelas traseiras e a saída é feita no final da viagem pela frente. Achámos bastante cómodo. cheeky


 

A partir daqui, adeus  e bem-vinda £. Adeus circular pela direita e bem-vindo à confusão. Bem, confusão não, cerca de 1 a 2 dias de habituação.




Aqui a malfadada M25 arrebentou com todos os meus sentidos. Vinha cansado, a conduzir fora de mão (em relação ao que estamos habituados), as saídas não são por localidades mas por números de vias…enfim, em vez de um “zigue” fizemos um “zague” e isto custou-nos cerca de mais 1,5 horas de caminho e mais 100 a 120 Km.
Chegámos ao hotel já tarde e eu completamente perdido da cabeça. 
Aqui um muito obrigado ao Luís por ter tomado a liderança pois eu já não sabia o que fazer à vida. Amarrar as motas


E decidir onde marcar um hotel para a noite seguinte.


18 de Agosto de 2008 (Londres - Edimburgo)

Já fiquei em Hoteis Etap em vários países mas o conceito de “Low Cost Hotel” em Londres foi levado ao extremo. Muito ruído, quartos com cheiros esquisitos, freguesia duvidosa….enfim, não recomendo (pelo menos naquele que ficámos).


O dia nasceu solarengo mas as previsões eram negras…e estavam certas. Enquanto elas foram marcar um valente pequeno-almoço no hotel ao lado (Ibis) eu e o Luís fomos comprar um impermeável (para o Luís).


Ó para o impermeável lindo


Quilómetros atrás de Quilómetros lá seguimos rumo a norte. Notámos que o alcatrão era substancialmente mais enrugado e rijo que aquilo que estávamos habituados o que levou a um cansaço adicional. Mais uma área de serviço para um almoço e descanso bastante reconfortante. 

Um vista do restaurante para a AE enquanto descansávamos

 

O restaurante


E finalmente entrada em terras escocesas e direito ao Hotel. Este era tipo pousada de juventude mas serviu muito bem os nossos intuitos. Cafezito nocturno para definir a volta do dia seguinte


 

Xixi e cama.

 

19 de Agosto de 2008 (Edimburgo)


Começámos de manhã por visitar a cidade. Motas arrumadas e a caminho. Ficam as imagens. Aquilo que vêem à nossas costas, é o Road Book

 

Os cascos

 

O castelo




A “Royal Mile” (milha real). É a avenida histórica principal em que há de tudo para todos e em que os edifícios “falam” por si






Ao subir para o Castelo, eis que avistámos quem? Esse mesmo. Sir William Wallace em pessoa. 
Como havia uns Ingleses nas imediações, não resistimos e demos uma mãozinha ao homem. Grin


Uma fábrica dos tecidos escoceses. Haviam disponíveis todos os tipos de padrões para todos os clãs.


Novamente o Castelo agora visto por cima (pela fachada)




A fila era de tal forma grande que as nossas esperanças de conseguir entrar e continuar a viagem atempadamente, se desvaneceram. O plano original era visitar de manhã Edimburgo e seguir em direcção para Inverness mas a partir daqui…esquecemos o plano. 
Fomos tratar de alojamento e decidimos arrumar as motas e as trouxas e continuar o dia em visita a Edimburgo.

Eis os organizadores de Alojamento. Conseguiram por 18£ por pessoa arranjar um Lodge de 4* na Marine Drive Avenue.
Eis os organizadores


Eis o Lodge de 4*


E o porquê de apenas 18£ por pessoa. Era um quarto com 2 beliches para 4 pessoas.


Mas enfim…continuando com a visita a Edimburgo, iniciamos a mesma com o almoço num restaurante igualmente de 4*….ou mais. Vista linda.


O menu também era espectacular


A partir daqui, saem fotos
























Curioso foi que ao subirmos uma colina, nos deparámos com um artefacto PORTUGUÊSAh pois é, um canhão português do inicio do Sec. XV  Wink



 

Mais umas fotos, desta vez ao anoitecer




Depois foi jantar (Ah e tal, come-se mal na Escócia) Labios fechados

 

E caminha para o dia seguinte.

 

20 de Agosto de 2008 (Edimburgo - Inverness)


Hoje era suposto ser um dia relativamente calmo com poucos quilómetros a percorrer. 
O único contra que se adivinhava, seria a chuva. E esta foi logo de manhã para abrir os olhos.
Nada que nos demovesse do nosso objectivo mas causava algum transtorno.
Bom, arrancámos direitos a Saint Andrews onde chegaríamos por volta da hora do almoço 
pois optámos por estradas nacionais e começar a ver as paisagens.
Chegados a Saint Andrews já a chuva há muito que se tinha entranhado nos nossos ossos.

Saint Andrews era a Catedral mais antiga da Escócia mas teve de ser desmantelada para aproveitamento das pedras para construir abrigo para os seus habitantes. Hoje restam apenas algumas colunas que fazem lembrar a antiga catedral. O local foi aproveitado para um cemitério. Local impressionante.







 


Seguimos daqui em direcção a Glamis onde iríamos visitar o Castelo de Glamis. 
Pelo caminho fomos parando para apreciar alguns locais de uma beleza…
A roupa era tanta que até custava a dobrarem-se…


Chegados a Glamis.
Este Castelo foi o local onde a rainha mãe tinha passado a sua juventude. Um local magnifico sem dúvida e de uma dimensão indescritível.






Visitámos o seu interior (parcialmente pois uma outra parte ainda era habitada e outra era alugada para cerimónias). A nossa guia era uma Senhora já de idade avançada e ao olharmos para ela, parecia que tínhamos “realeza” à nossa frente. Tinha um ar nobre, cabelo branco e uma pronúncia inglesa inconfundível. 
Ao conversarmos uns com os outros (em Português, claro), pergunta-nos a senhora “Voceis são Portugueisis, são?
A senhora era brasileira e já há muito que morava na Escócia. Tinha casado com um escocês e por lá ficou. 
Havia um casamento a decorrer numa outra parte do Castelo e devia ser um casamento daqueles pois deve ser coisa pouca alugar parte do castelo... umas máquinas destas destas...


Ter também o pessoal todo a rigor


E aqui não resistimos. Pedimos a este senhor que se voltasse a vestir com o traje tradicional e que nos deixasse tirar umas fotografias com ele. Ele muito simpático mostrou-se disponível. Faltava-nos o fotógrafo. Resolvemos pedir ao Gerente do Castelo (da parte dos eventos) que nos fizesse o obséquio. 
Como manda o regulamento, eis a foto.


Satisfeitos, seguimos em direcção a Inverness. Paisagens atrás de paisagens... Magnificas…





 

Um pequeno descanso numa vila a caminho…mesmo só para pôr a nicotina em dia e descansar o traseiro. Grin






e toca a seguir caminho pois o dia estava cada vez mais encoberto e a chuva tinha voltado em força.




A chegada a Inverness fez-se sob uma chuva intensa, frio e nevoeiro . 
Estávamos cansados. Não tínhamos hotel marcado o que fez com que essa fossa a prioridade nº1. Começamos literalmente o bater de porta em porta, de hotel em hotel e a resposta era sempre a mesma “No Vacancy”. 


Começamos a ficar preocupados e fomos andando até que nos apareceu um Hotel de 3* em que não tinha a tabuleta a dizer “No Vacancy”.


Entrou-se e perguntou-se se havia dois quartos e….EURECA. Dois quartos disponíveis (os últimos) pela módica quantia de 135£ o quarto!!!! Ia-me dando um treco mas que remédio.


Jantar no hotel e descanso merecido para o dia seguinte.

 

21 de Agosto de 2008 (Inverness - Ilha de Skye)

O dia nasceu a chover a cântaros. Ainda não tínhamos recuperado as forças da tempestade do dia anterior e sinceramente, estávamos exausto. 
Tínhamos duas alternativas, ou ficávamos no hotel para recuperar ou alugávamos um carro para pelo menos não perdermos um dia de passeio. Fomos pela segunda opção:
Ora bem, carro alugado e aí vão eles. As motas ficaram no estacionamento do hotel de 135£ (não fixei o nome, apenas o valor)
Este era o aviso que tínhamos logo pela manhã em todos os trajectos


De algum modo, sabíamos que tínhamos tomado a decisão correcta.
E eis LOCH NESS




O monstro

 

Sinceramente, não estávamos à espera de muito mais. É um lago, no entanto a seu redor, toda a paisagem é fabulosa. Mais abaixo, demos com o Castelo de Urquhart
Apesar de se encontrar em ruínas, tem o seu encanto








Seguimos em direcção a Invermoriston onde, talvez, encontrámos um dos cenários mais espectaculares de toda a viagem. A vila em si era simples e pequena.
Ouvíamos um ruído que nos parecia um rio. Fomos á procura e o que achámos, foi bem mais do que o que procurávamos.












Vejam a dimensão deste rio quando comparado com o “pequenote” do Luís


Após este espectáculo da natureza fomos à procura de almoço e fomos encontrá-lo num pavilhão que era cedido pela vila para "alimentar" os viajantes. Eu chamei a este “restaurante” a sopa dos pobres. Mas vou-vos contar, foi de longe a melhor sopa e ovos no pão que comi na minha vida. Não perguntem de que era a sopa. Era divinal. Os ovos mexidos no pão, levavam um qualquer condimento que dava um sabor fenomenal aos ovos. A sopinha deliciosa


Os ovos no pão

 

DE-LI-CI-O-SO
Foi também aqui que finalmente encontrámos as vacas escocesas. Realmente são lindas.




Seguimos em direcção à Ilha de Skye e o próximo ponto de paragem seria naquilo que me levou à Escócia. O Castelo de Eileen Donnan.
Paisagem








E finalmente, o Eileen Donnan






A envolvente






E a bandeira do CDP na Escócia... Wink


Infelizmente tivemos de seguir pois mais uma vez tinha-mos de ir tratar de hotel. 
Também neste dia não foi tarefa fácil. Época de férias e tudo cheio. Mas conseguimos arranjar um hotel.
Desta vez era um hotel que merecia cada tostão pago. Era um hotel junto a um lago fabuloso com um ambiente muito agradável.


O restaurante e a sua vista.


Fim de mais um dia.

 

22 de Agosto de 2008 (Ilha de Skye)

Um dia lindo. O sol brilhava como já há alguns dias não o víamos. 
Antes do pequeno almoço, aproveitou-se para ver área que circundava o hotel.








Uma vista das traseiras do hotel


Pequeno-almoço tomado e inicio de passeio pela Ilha de Skye. Como não há palavras para descrever a beleza desta paisagem, ficam as imagens.








As estradas eram um pouco estranhas. Eram de apenas uma via com desvios para o cruzamento de veículos


Tinha-mos a ligeira impressão que estávamos a ser observados


Aqui vimos algo de estranho (percebem o quê?) Enfim, Escócia. Grin


Casas típicas da Ilha


E mais paisagens



Chegámos a um local em que nos pareceu tradição a colocação de pedras umas sobre as outras e ninguém as derrubava. Ficamos muito agradados com a ideia de que ainda há coisas que se podem construir sem que venha um próximo e simplesmente a derrube. 
O seu significado, não sabemos.






Continuando com paisagens











Os planaltos Macleod


O Castelo Dunevegan onde ainda hoje habita o clã Macleod


A vista


E depois o regresso a Invermoriston onde conseguiríamos finalmente experimentar o famoso B&B (Bed and Breakfast). Para jantar fomos a Fort Augustus e as vistas foram rápidas de se ver.






E mais um dia em cheio se passou.

23 de Agosto de 2008 (Invermoriston – Glasgow)

Este dia iniciou-se com o regresso a Inverness para ir buscar as nossas montadas e iniciar o longo percurso de regresso. 
Fomos então ao Hotel buscar as motas


E começamos a viagem em direcção a Glasgow



Passagem por Fort Williams



Quando pensávamos que tínhamos visto “tudo”, eis que nos aproximamos das cordilheiras de Coe. Um fenómeno.







 

Seguimos viagem e chegamos a um local tipo “Cabo Espichel” onde vários motociclistas se reuniam para uma "bifana".


Aproveitámos este local também para nos despedir das Highlands com umas fotos com alguém trajado a rigor.


Eles


E elas


E a caminho de Glasgow. Chegados a Glasgow, uma voltinha pela cidade e jantarinho maravilha.






Mais um dia passado.

 

 

24 de Agosto de 2008 (Glasgow – Calais)

A partir daqui foi sempre a aviar Km. Saímos cedo de Glasgow e começamos a descer rumo ao continente. A única paragem deu-se no Ace Café em Londres. E não falhámos. 
Aqui de realçar o GPS incorporado na cabeça da Patrícia pois foi levar-nos direitinho ao local.






Já se fazia tarde e quando nos preparávamos para arrancar, encontramos um Português que nos indicou o caminho mais rápido para o Eurotunnel. Simpático. À espera de “comboio”


De novo no Eurotunnel


Chegados a Calais, foi arranjar hotel e caminha.

25 de Agosto de 2008 (Calais – Poitiers)

Neste dia, o plano era fazer o máximo de Km possíveis para nos aproximar de casa. 
O Luís, que já na ida tinha comentado que “Vou passar por Paris e não vou ver a Torre Eiffel?”, voltou a insistir no ponto. 
Assim sendo, decidimos ir então ver a Torre Eiffel. Não estava no programa mas…quem quer nesta fase saber de planos.


O Arco do Triunfo


E a Torre Eiffel


O "restaurante"

 

Depois siga para Bingo, neste caso, até onde aguentássemos. Chegámos até Poitiers, pareceu-nos um local bom para pernoitar. E assim foi. Poitiers também mostrou ser um vila muito bonita.







Tivemos direito a espectáculo de luzes e tudo  Contente


E descanso merecido.

26 de Agosto de 2008 (Poitiers – Burgos)

Mais uma vez o objectivo deste dia era o máximo de km possíveis. O cansaço já era muito mas a vontade de chegar a casa, também. Neste dia já o calor começava a apertar. Limitámo-nos a fazer o que podíamos. Km e mais Km até chegar Bordeux para procurar um local para descansar e almoçar.






E um almocinho à maneira (aquela hora, só ovos mexidos com salada, nada mau)


Não, não nos enganamos. Estávamos num “mini arco do triunfo”

 

Não, não é a Ponte 25 de Abril. É uma imitação.


Siga para Burgos. Chegámos a burgos já bem tarde pelo que o primeiro hotel que encontrámos, foi onde ficámos. Boa noite e até amanhã.

 


27 de Agosto de 2008 (Burgos – Lisboa)

Ultima etapa da nossa viagem. Começamos o dia com um pequeno-almoço no centro da cidade.




À espera do pequeno-almoço


E a caminho. Sejamos sinceros, sabe bem partir mas também é óptimo regressar. 
Cada Km que nos aproximasse de casa era um Km mais perto de objectivo alcançado. 
Tempo houve para umas “brincadeiras” pois estávamos muito contentes por tudo ter corrido bem. Os “provocadores”


A nossa reacção

 

Chegámos a casa sãos e salvos e felizes da vida por esta conquista. 

Esta viagem ficará para sempre cravada na nossa memória. O relato foi feito de forma a conseguir sempre manter o interesse no entanto não transmite as emoções vividas ao longo destes 14 dias e cerca de 6900Km. Penso que todos ficámos mais “ricos”. Conhecemo-nos um pouco mais a nós próprios, os nossos limites assim como a nossa capacidade de entreajuda. Quanto às motas, que dizer, portaram-se à altura e provaram-nos que vão onde qualquer outra vai.



Os participantes
A Graça


A Patrícia


O Luís

 

E eu


The End

 


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