hosting menu left
hosting menu right


Passeio Primavera

Em Janeiro, em conversa com colegas no trabalho, falou-se num evento que um Motoclube do Norte estava a organizar para o mês de Abril para os lados de Castelo de Vide.
Embora me parecesse um programa interessante, o valor pareceu-me algo elevado. Como organizar passeios não é nenhuma ciência de foguetões, fui então incumbido de traçar um passeio de 3 dias. Como por norma o mês de Abril é para mim um mês de inauguração de motovadiagem anual, vai disto.

Assim ficou definido como data do passeio, os dias 25 a 27 de Abril.

Este passeio em si não permitia mais de 4 motas pois os locais de pernoita seleccionados foram residenciais e estas pela sua categoria, apenas dispunham de meia dúzia de quartos.

Participantes: Elisabete e André (Yamaha Dragster 650), Paula e Francisco (Honda Deauville 700) e, claro está, a Patrícia e eu (na nossa Honda CBF).

Ponto de partida: Casa das queijadas do Porto Alto 

O trajecto:

dia 25: Sempre por nacionais até Portalegre, entrando em Espanha e até Alcântara. Daqui rumo a Vilar Formoso.

dia 26: Nova incursão a Espanha a ziguezaguear pela Peña de Francia e depois até Freixo de Espada à Cinta.

dia 27: Passagem pela Aldeia de Mazouco, Serra da Marofa e rumo a casa. 
Bem, casa não foi bem casa pois nós ainda fomos pernoitar em casa de familiares em Ourem. Os restantes seguiam.

 

Para quem não gosta de ler, fica o filme:

 

Chegou finalmente o dia 25 de Abril. Um dia de sol mas frio. O indicado para motovadiar.

Chegámos ao Porto Alto em cima da hora mas sem stress pois não havia nada marcado. À parte disso, pretendia-se passeio e não corridas.
Iniciamos assim o passeio em direcção a Pavia que seria o primeiro ponto de paragem para refrescar. 
De seguida, a ponte romana de Vila formosa. As estradas encontravam-se vazias. O ideal para rolar e apreciar paisagem.






O bom de um inverno rigoroso é uma primavera cheia de cor. É a natureza a rebentar a olhos vistos


Água por todo o lado


Em Pavia iniciamos um trajecto que já havia feito mas que não me farto de voltar a fazer pois e lindíssimo. São Sobreiros até onde a vista alcança por estradas fantásticas


Os nossos fieis companheiros


E chegada à ponte de vila formosa. Pequena paragem para descansar os “bum-buns” e umas fotos


É só estilo…


Alé-ops que quer motas quer passageiros estão a ficar de depósitos desfalcados. Siga para terras de “nuestros hermanos”
Marvão altaneiro




A Patrícia a inovar a sua arte de fotografar…até nem saiu mal.


A passagem pela fronteira


E atestar em Valência de Alcântara. Os “almoços” durante o dia faço-os sempre à base do “ir comendo”. Não vou a restaurantes para não perder tempo. Já experienciei por duas vezes atrasos de cozinha e comer a mais que me “custaram” depois quer paciência quer resistência. Hoje não seria diferente. Paragem numa praça e “bocadillos de Jambon” a saír.


Estrago feito e rumo ao próximo ponto de paragem: a ponte romana de Alcântara






O dia continuava limpo e de temperatura amena.


E chegada a Alcântara


As vistas


A nossa máquina

 

As máquinas


 

E noizes…


 

Após descanso e fotos pusemo-nos a caminho pois ainda faltavam cerca de 130 km e começou a cair uns pingos embora poucas nuvens se vissem.









Em Vilar Formoso ficámos na residencial Café Portugal onde já havia ficado antes aquando do regresso da nossa volta a Montesinho. Tal como então fomos bem recebidos e só posso recomendar quer pelo asseio, simpatia e preço.

http://www.portugalio.com/cafe-portugal-residencial/

O dono foi tão atencioso que até tirou o carro do seu estacionamento para nós colocarmos as nossas motas num local abrigado pois adivinhava-se chuva pela noite dentro.


 


Depois do banho tomado, seguiu-se o jantar e conversa amena para acabar com o resto das energias.

26 de Abril

Venho à rua pelas 08h00 para começara a carregar a mota. Chove. O céu está escuro. Volto para o quarto desanimado pois este dia seria o ponto alto do passeio que seria a Serra de Peña de Francia que à chuva não devia ter grande piada.

08h30….chuva molha parvos.

09h00…o parvo à chuva….mas vamos em frente que foi para isto que viemos. Curiosamente parou de chover. Boa.

Espanha  a dentro pela AE até Ciudad Rodrigo e toca a sair de AE pois não viemos para aqui para andar de AE. A partir daqui, Serra a dentro.






 

Mesmo assim, uma paisagem linda.





 

Ai, ai…é para ali que vamos.


 

À medida que se subia, baixava a temperatura e o nevoeiro. Metia respeito pois de um lado era Serra, do outro lado não havia nada…e pouco ou nada se via





 

Quando se descia, voltava-se a ver estrada e paisagem


 

Volta a subir, volta a perder visibilidade…mas a estrada valia a pena. Infelizmente a humidade era tanta que não se fotografou pois não queríamos danificar a máquina.



 

Em grande estilo…






 

Por Vilarecas…


 

E campos…


 

Tempo para uma “groupie”…


 

E de uma “CBFelfie”…


 

Tinham cá uma envergadura….


 

A caminho de Ciudad Rodrigo à procura de almoço…








 

E chegada a Ciudad Rodrigo




Tempo para uma pequena visita e fotos depois do almoço.






 

Freixo de Espada à Cinta era o local do poiso escolhido para esta noite e era para lá que nos dirigíamos.




 

Atravessando de novo a fronteira em Barca D’álva, fizemos a N221 que, em minha opinião, é uma das estradas mais bonitas de Portugal. Não a deixem de fazer pois acompanhamos o Douro num serpentear de curvas lindíssimas.












 

Em Freixo de Espada à Cinta ficámos novamente numa residencial, desta vez a residencial Cinta D’Ouro. Considerei-a satisfatória e de acordo com o preço.
Antes do Jantar, pequena incursão para conhecer um pouco melhor.


 

Como não pude estra na foto, pedi a um substituto que fizesse a minha vez




 

Ao jantar aproveitou-se para falar um pouco do dia passado e paisagens vistas. Fomos unanimes na nossa opinião: muito bom mesmo. Dispensávamos apenas o frio, a humidade e o nevoeiro. Depois disto, Xixi e cama.

 

27 de Abril

Ao contrário do dia anterior, hoje havia sol e a temperatura estava amena. Muito agradável. As motas haviam ficado estacionadas em parque publico. Pela manhã, primeiro olhar pela janela. Lá estão elas a chamar por nós.


 

Depois de um pequeno almoço à base de Café com Leite e torradas (alojamento por 30€ com pequeno almoço incluído não se pode esperar mais) pusemo-nos a caminho.
Mazouco. Apenas entramos por um lado e saímos pelo outro. Valeu a pena.






 

Vista fantástica…fresca


 

De seguida arrancámos rumo ao Penedo Durão que oferece uma vista linda sobre o Douro






 

Antes de partir, o André e a Elisabete ponderaram alterar o seu caminho de regresso pois o plano era de almoçar por Coimbra um Leitãozinho e este não era prato apreciado. Assim combinámos seguir juntos até à Serra da Marofa e agradecer ao Cristo Rei os dias que nos haviam proporcionado. 

A descida fez-se com um cenário de cortar a respiração. Quer pela beleza, quer pela inclinação.








 

Daqui até à Serra da Marofa foi a apreciar as curvas e a paisagem


 

Chegados aos pés do Cristo Rei na Marofa, avistava-se ao longe Figueira de Castelo Rodrigo


 

O Cristo Rei


 

Aqui separámo-nos. O André e a Elisabete seguiram pelo Sardoal. Os restantes seguiram via N17 ruma a sul. Já não deu para o Leitão pois a hora já era avançada.

Foram 3 dias muito bons. Tivemos pena do dia 26 se mostrar menos risonho pois não nos permitiu ver a paisagem. De resto, foi muito bom mesmo. Terminou aqui o passeio de primavera. Fica a foto do grupo para a posteridade no Penedo Durão


 

Conforme havia dito, eu e a Patrícia rumamos a Ourem onde pretendíamos passar o dia 28 com familiares. Acabou que ficamos para 29 pois estava a saber bem e havia também a companhia destas feras…




 

Dia 29 de Abril


Neste dia havia dito à Patrícia que queria ver o local onde McNamara havia “montado” a famosa onda de 30 metros de altura pelo que decidimos arrancar cedo em direcção à Nazaré. A manhã estava fresca.


 

Sempre por nacionais por Fátima e pela Batalha, chegámos à Nazaré e foi direitinho ao Farol




 

Não havia ondas….mas a praia é linda




 


Daqui foi rumo a cas pois como sempre dissemos, é bom partir mas a chegada também é óptima. Como o Leitão nos havia ficado “atravessado”, passámos por Negrais onde, no Afonso dos Leitões, terminámos a nossa motovadiagemgastronómica.


 


Este nosso Passeio foi importante pois ainda não tínhamos experimentado uma volta um pouco maior para ver se faltava mais algum ajuste na mota para tiradas mais compridas. Falta apenas o encosto da Top Case (que neste momento já temos) para ficar preparada. No final destes dias perfizemos cerca de 1500 km’s sempre por nacionais e adorámos cada pedaço.

Até à próxima


 

Patrícia e João


website hosting main area bottom

Powered by Joomla!. Design by: template joomla 2.5  Valid XHTML and CSS.