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Pelas Beiras até Trás-os-Montes

Abril. Mês de passeio e de recarregar baterias. Chega a um ponto que existe a necessidade de descansar a vista do betão, de optar pelo verde em detrimento do cinzento, de trocar o CO2 por O2, de simplesmente entrar em “off”.

Mas as previsões para as datas definidas avizinhavam-se negras.

“Quem não arrisca, não petisca.” – famoso provérbio que já comprovámos por diversas vezes no que toca a previsões meteorologia. E mais uma vez arriscámos e…petiscámos pois apesar das previsões de chuva….nem pinga.

Para quem não gosta de ler, fica o filme:


Assim o passeio teve o seguinte itinerário planeado:


Dia 04 de abril – Sintra – Pampilhosa de Serra

Dia 05 de abril – Pampilhosa da Serra – Alfandega da Fé

Dia 06 de abril – Alfandega da Fé – Parque do Azibo – Mirandela – Alfandega da Fé

Dia 07 de abril – Alfandega da Fé – Sintra

Evitámos ao máximo as autoestradas para desfrutar ao máximo da natureza pois o que para nós é importante é caminho e não tanto o destino. 

Dia 04 de abril

O que o mês de abril tem de fantástico é que os dias são frescos, solarengos e anoitece mais tarde. 
Assim partimos sem pressas pois não havia hora marcada para chegar nem ninguém à espera. Pelas 10h00, após um bom pequeno-almoço, lançamo-nos à estrada. Depois de passar a ponte Vasco da Gama, rumo a Salvaterra e daqui para a frente, por caminhos nunca antes “navegados” até Abrantes.

 

Ao chegar a Abrantes, avista-se um Tejo tímido.

 

As estradas estavam vazias. No dia antes (03 de abril (6ª feira santa)) deve ter havido um transito infernal pois hoje…só nós mesmo.


Oh “nois” cabeçudos


Um tempo fantástico


E ao chegar a Vila de Rei, lembrámo-nos de uma pequena brincadeira. 
Em 2008, aquando do nosso passeio pelo Centro do País havíamos estado no marco geodésico que se situa exatamente no centro do nosso país. Nessa ocasião ainda era a Honda Deauville a nossa aventureira e na altura a Patrícia tirou-me uma foto. Tentámos recriá-la e o resultado….


Em 2008 com a nossa Deauville 650

 

Em 2015 com a nossa CBF 1000

 

Quase, quase…idênticas.

Estávamos nós a tirar a foto e chega um grupo de motociclistas…curioso. Eram 50as de todas as espécies e feitios e com condutores a condizer. Famel, Zundapp, Sachs….cada uma fazia mais barulho que a anterior (tanto mota como condutor).


Curiosidade: no local não há café nem bar. Então este grupo vem prevenido com a barraca das “jolas”. Reparem no “ponto de abastecimento” vermelho na foto.

Uma ultima foto antes de arrancar

 

E já está. A caminho de novo.


Paisagens fabulosas

 

Tudo em flor


 

São “servidos” de umas curvas à maneira


Chegámos pelas 17h00 a Pampilhosa da Serra. Ficámos no Hotel Villa Pampilhosa Hotel. Um Hotel onde já havíamos estado há 2 anos e que adorámos.
O Hotel tem cerca de 3 anos, é muito moderno, sossegado e com uma bela vista. Além disso é um ótimo ponto para servir de “base” para visitar as aldeias de xisto que se situam em redor.

Fica o contacto para quem pretender experimentar. Recomenda-se

http://www.villapampilhosahotel.com/

A Pampilhosa da Serra em si, em nossa opinião, não tem muito que se ver mas é um local sossegado e agradável para se ver.


Depois do jantar o corpo já pedia descanso pelo que pouco depois, fechamos o dia. Até amanhã.

Dia 05 de abril
Sol, Sol e mais Sol e nada melhor que começar com um bom pequeno-almoço ao ar livre. Este é um dos pontos muito positivos deste hotel, a possibilidade de tomar o pequeno-almoço com uma leve brisa matinal e com o sol a dar-nos os bons dias.


Pequeno-almoço tomado e mota carregada e…aí vamos nós rumo à Barragem de Santa Luzia.


Vê-se pelo alcatrão que estas são estradas que simplesmente pedem para ser atravessadas.

 

Sensivelmente 30 minutos depois de arrancarmos, chegámos à Barragem de Santa Luzia. Já cá havíamos estado, mas de carro, e na altura já havia dito que tinha de voltar mas de mota. Não sei porquê mas fiquei encantado com o local.


Que máquina


Que espetáculo


A seguir é por ali


Fotos tiradas e “on i va”


Simplesmente deliciosa


É um local que se recomenda a ser visitado e atravessado….de mota. Hora de continuar.

Dornelas junto ao Rio


Algo diferente do normal


 

Tudo em flor


Passagem por Trancoso e vontade em conhecer numa próxima visita


Como disse, temos de voltar


Tempo ainda para no “esticarmos” um pouco


Paisagem magnífica e diferente do dia anterior. Mais carregada, mais dura, mais cinzenta…


Um pouco de azul para “desenjoar”.


 

A N2…


E chegado ao Hotel em Alfandega da Fé. Este Hotel, como se situa no topo do monte, oferece-nos uma excelente vista além de um Jacuzzi com vista panorâmica.

A vista do Hotel


 

O Hotel


O Jacuzzi


A Patrícia no jacuzzi


Fica o link do Hotel para quem queira experimentar: http://www.spahotelalfandega.com/

Depois de uma boa relaxada, jantar e descanso.

Dia 06 de abril
Hoje o dia não seria tanto em cima da moto. Como no dia seguinte teríamos o regresso a casa e a jornada prometia algumas horas em cima dela, preferimos trajetos curtos e andar a pé. Assim o primeiro destino seria o Azibo. Zona agradável.


O sol estava tão bom que até eu que nem gosto muito de me expor, não tive como evitar sentir aquele calor.


Espetáculo


Fotogénica


O trio


E já está. Temperatura recuperada e procura pelo almoço. Decidimo-nos em visitar Mirandela. Não era muito longe e não conhecíamos.

A caminho…alias…a contornar se faz favor


E pouco depois chagámos a Mirandela. Não tem muito que ver e o que tem também não é nada do outro mundo. Como se costuma dizer: “Been there, Done it, Done”


O almoço, claro está, Alheira. Neste caso troncos de Alheira. É pouco bom é.


E meia dúzia de fotos do local


E regresso ao Hotel para recuperar energias para o dia seguinte


Há quem goste de banhos de sol e com uma vista daquelas, até apetece


Para despedida fomos brindados com um por do sol lindíssimo


Mais um dia em cheio.

Dia 07 de abril

Dia sem grande história. Nacional até Coimbra, onde chegámos pela hora de almoço, para degustar mais uma vez o excelente leitão no Rui dos Leitões. Depois foi Autoestrada até casa pois no dia seguinte era voltar ao batente.

Que dizer destes 4 dias? Pareceram mais e mais longos. 

Continuo a dizer que são estes dias que fazem com que conte. Conte para preencher as nossas memórias de dias perfeitos em que deixamos o quotidiano para trás e nos lançamos a algo diferente.
Este passeio já está. Mal posso esperar pelo próximo.

Até lá.

Patrícia e João


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